Na Bett Brasil 2026, IA, governança de dados e novas competências redefiniram o Ensino Superior e a educação pública. Veja os destaques e como a Pearson apoia essa jornada.
Na Bett Brasil 2026, IA, governança de dados e novas competências redefiniram o Ensino Superior e a educação pública. Veja os destaques e como a Pearson apoia essa jornada.
A Bett Brasil 2026 reuniu a maior comunidade de tecnologia educacional da América Latina em Expo Center Norte, em São Paulo (SP), entre 05 e 08 de maio de 2026, com a missão de fomentar debate e diálogo entre os atores do ecossistema educacional e impulsionar conexões e soluções para o desenvolvimento da educação.
Com 13 auditórios simultâneos e uma programação extensa (mais de 144 horas de conteúdo e 450 palestrantes, segundo a organização), o evento consolidou um recado central: não se trata apenas de “adotar IA”, mas de criar condições humanas, coletivas e institucionais para que a tecnologia gere impacto real e responsável.
Neste contexto, a Pearson esteve presente com um estande que reforçou a força de um portfólio integrado entre as verticais de ELL (inglês, assessments e soluções para governo) e Higher Education (soluções para Governo e Ensino Superior) com a mensagem “Inspire seus estudantes a Amar sua Jornada de Aprendizagem”.
A seguir, confira os highlights mais valiosos da agenda completa e dos tópicos abordados durante todo o evento, que trouxeram muitos aspectos que moldarão a transformação nas universidades e redes públicas.
A Bett estruturou o tema “Inteligências Individuais, Coletivas e Artificiais: todas em nós, agora!” como um convite para refletir sobre como diferentes dimensões da inteligência devem dialogar para gerar impacto positivo no desenvolvimento humano — e não operar de forma isolada.
O evento explicitou quatro eixos que ajudam a traduzir “IA na educação” em decisões de gestão e desenho pedagógico:
O protagonismo não está na ferramenta, mas na arquitetura (políticas, processos, competências e cultura educacional) que permite que a IA apoie — sem substituir — as decisões pedagógicas e institucionais.
A programação evidenciou que 2026 é o ano de sair do “piloto” e entrar no desenho de governança: como redes e instituições vão definir o que pode, o que não pode, quem decide, como medir/avaliar e como formar pessoas para usar IA com qualidade.
Entre os tópicos mais presentes nas discussões, destacam-se:
O desafio não é “infraestrutura apenas”, mas preservar a humanização, apoiar o professor e garantir que a tecnologia melhore a experiência de ensino-aprendizagem com equidade.
A pauta de governança mostrou que redes e sistemas educacionais buscam mecanismos para planejar, acompanhar e corrigir rota com dados — reduzindo desigualdades e ampliando eficiência.
A discussão sobre carreira e desenvolvimento docente reforça que formação continuada e desenho de carreira são parte do “motor” da transformação — especialmente em um cenário de escassez e novas demandas digitais.
A agenda reforçou IA como alavanca para autonomia docente e ganho de produtividade — desde que com intencionalidade pedagógica e suporte.
“Alfabetização digital é alfabetização da IA” — uma mudança de patamar que transforma a pauta em política pública e desenvolvimento institucional, não “tendência”.
As redes precisam de capacidade institucional (dados + formação + governança) para que IA gere equidade e qualidade, e não apenas ruído e “falsas promessas” de inovação educacional com tecnologia.
No eixo Ahead (soluções e debates para Ensino Superior), a agenda ecoou um movimento que as IES já sentem: não basta ser “formadora de alunos”. Universidades estão sendo chamadas a atuar como nós do ecossistema de inovação, conectando formação, mercado e investimento — e repensando currículos e experiência acadêmica. Alguns pontos registrados aparecem com contundência:
A programação do Fórum Ahead na Bett Brasil 2026 reforçou que a inteligência artificial deixou de ser “tendência” e passou a reorganizar a lógica do Ensino Superior: de currículos e avaliação à gestão acadêmica, passando pela experiência do estudante e pelos modelos de negócio.
Nesse cenário, o diferencial competitivo não está em “ter IA”, e sim em conseguir desenhar jornadas de aprendizagem que conectem competências, evidências de progresso, experiência híbrida e empregabilidade — com flexibilidade para evoluir no ritmo do mercado.
A pauta do Ahead explicitou uma virada: currículos precisam responder mais rápido às mudanças do trabalho — e a IA acelera essa exigência ao permitir personalização e percursos mais adaptativos.
Na prática, isso significa que as IES estão sendo pressionadas a sair de matrizes rígidas e avançar para modelos em que competências, evidências e aplicação fiquem mais visíveis para o estudante e para o mercado.
O que muda para a instituição (na prática):
Leia também: 4 estratégias pedagógicas para a educação baseada em competências
A evolução do setor passa por incorporar microcertificações e trilhas mais curtas ao núcleo das instituições, como resposta à necessidade de atualização constante de habilidades.
E isso conversa com o que o painel do Ahead provoca: inovar não é escolha; é condição de sobrevivência — especialmente quando o aluno e o mercado esperam entregas mais rápidas de valor e desenvolvimento.
Por que isso muda o jogo no Ensino Superior:
A IA acelera novos modelos educacionais que vão da personalização a novos formatos de avaliação, passando por experiências híbridas mais eficientes e gestão mais inteligente.
A tensão é real: EAD de qualidade exige investimento e o aluno busca valor na sua vida e carreira — não apenas preço.
O que entra na pauta executiva das IES:
Com um acesso vasto à informação, cresce a necessidade de curadoria — e isso afeta diretamente permanência, sucesso acadêmico e conexão com empregabilidade.
No contexto do tema da Bett, a inteligência em diálogo exige que tecnologia venha acompanhada de mediação, critérios e intencionalidade.
O que a curadoria resolve (e por que virou crítica):
5) “Aprender a aprender” como competência-mãe (e a alfabetização em IA como novo básico)
As instituições precisam preparar alunos para aprender continuamente ao longo da vida, porque as transformações do mercado são rápidas e constantes.
As profissões mudam e muitas delas ainda nem existem, a base de medição do conhecimento passa agora pela autonomia, curiosidade, e também por competências humanas — justamente quando a IA automatiza parte do técnico.
O que isso exige das IES (agora):
Um dos momentos de maior aderência ao debate do Ahead foi a sessão “Ensino Superior em (R)evolução: IA como motor de inovação e novos modelos educacionais”, realizada em 05 de maio de 2026, das 15h às 16h, com mediação de Martha Funke e participação de Heloisa Avilez, diretora de vendas na Pearson, além de lideranças acadêmicas convidadas.
Na visão apresentada por Heloisa Avilez, o ponto central é que a IA “deixa de ser apenas ferramenta de apoio” e passa a impulsionar novos modelos de aprendizagem, elevando a urgência para que instituições evoluam para estruturas mais flexíveis e orientadas à preparação do aluno para desafios atuais — especialmente diante de estruturas tradicionais e da demanda por aprendizagem contínua e personalizada.
Para as IES, isso se traduz em prioridades práticas (com implicações diretas em estratégia acadêmica e operação):
Esse posicionamento conversa diretamente com o tema da Bett: IA com impacto acontece quando inteligências dialogam — indivíduo, coletivo e tecnologia — sob governança, ética e propósito.
A presença da Pearson no evento reforçou o compromisso da empresa com a transformação educacional, conectando aprendizado, inovação e oportunidades reais para estudantes e profissionais.
Pearson mantém um foco incessante em desenvolver experiências flexíveis e acessíveis, fundamentadas na ciência da aprendizagem e potencializadas por inteligência artificial, além do apoio a empresas e governos para reduzir lacunas de habilidades em um cenário de rápidas transformações tecnológicas.
Com o olhar da agenda para dados, gestão e formação docente, a discussão aponta que redes públicas precisam de soluções que sustentem:
O eixo HumaNÓS (gestão, colaboração e sustentabilidade) e o eixo InteligêncIA (IA ética e prática, dados e algoritmos) mostram que a maturidade digital do setor público depende de governança + formação + métricas.
No Ensino Superior, as dores mais citadas (engajamento, valor percebido, conexão com carreira, curadoria e trilhas) pedem uma resposta que una:
Além disso, a Bett reforçou que a transformação não é apenas tecnológica: é sobre fazer o estudante “amar sua jornada” porque a instituição consegue dar sentido, direção e evidência de progresso — do acadêmico ao profissional.
A Bett Brasil 2026 deixou uma mensagem inequívoca para universidades e redes públicas: IA não é atalho, é amplificador. Amplifica o que já existe — boas políticas e boas práticas, ou fragilidades e desigualdades.
Por isso, o caminho mais consistente combina governança e dados, formação docente, letramento em IA, e jornadas de aprendizagem conectadas a competências e carreira.
É nesse ponto que a participação da Pearson no evento se torna especialmente relevante: ao defender modelos mais flexíveis e centrados no estudante, e ao sustentar sua proposta em ciência da aprendizagem e IA, a empresa se posiciona como parceira para que instituições façam a transição do discurso para a entrega — com impacto mensurável e foco em futuro do trabalho. Vamos conversar? Agende agora mesmo uma demonstração e conheça o vasto portfólio da Pearson para o Ensino Superior e para Governo.