Aprenda a usar a tecnologia educacional de forma inteligente na nova realidade que os universitários vivem. Descubra 4 maneiras inovadoras!


  1. NTIC, NTIT e NTICX
  2. 4 termos pertinentes à tecnologia educacional
    2.1 Tecnologias da Informação e Comunicação
    2.2 Novas Tecnologias da Informação e Comunicação
    2.3 Novas Tecnologias da Informação e Telecomunicações
    2.4 Novas Tecnologias da Informação, Comunicação e Conectividade 
  3. 4 formas inteligentes de usar a tecnologia na educação universitária
    3.1 Conectividade 360
    3.2 Aprendizagem colaborativa
    3.3 Flexibilidade e diversidade no processo de aprendizagem
    3.4 Conteúdos digitais: menos despesas, maior investimento

A tecnologia na educação trouxe mudanças muito relevantes, mas também inúmeros desafios para professores e para as instituições. A ascensão das aulas remotas e dos ambientes virtuais de aprendizagem gerou uma corrida pela inovação que nos obriga a permanecer em constante atualização.

Na educação universitária, as mudanças mais radicais podem ser observadas no uso de ferramentas tecnológicas e na digitalização de conteúdos cada vez mais populares em escala global. Daí surge a pergunta: Realmente sabemos como aplicar esses recursos com eficiência para aproveitá-los ao máximo?

Saber se adaptar às rápidas mudanças no ensino superior já é uma prioridade para o presente e o futuro imediato. Convidamos você a descobrir 4 maneiras inteligentes de integrar a tecnologia em sua universidade e impulsionar o desempenho acadêmico de seus estudantes.

NTIC, NTIT e NTICX: a evolução das TIC na educação, você já conhece?

tecnologia educacional no ensino superior

Há mais de meio século, a aprendizagem deixou de ser um processo sistemático. O uso da tecnologia educacional causou tamanha revolução que deixou para trás a velha dinâmica unidirecional, aquela em que o professor ensinava enquanto o aluno coletava informações estáticas e pouco significativas no dia a dia da realidade.

Muito se fala sobre o processo de aprendizagem centrado no aluno, sobre a necessidade de fazer o aluno se tornar o agente principal na construção do próprio conhecimento. No entanto, o novo paradigma da era digital integrou uma nova constante: o trabalho colaborativo por meio de recursos tecnológicos.

De fato, o novo paradigma educacional vai além de centrar a aprendizagem no aluno. Agora, a tecnologia na educação promoveu o trabalho colaborativo a distância, gerando uma nova forma de construção do conhecimento coletivo.

Essa revolução pedagógica surgiu com a combinação tecnologia + educação. No entanto, para compreender seu processo é necessário conhecer quatro conceitos-chave relacionados ao uso das tecnologias da informação e comunicação. Veja!

4 termos pertinentes à tecnologia educacional

tecnologias de ensino

1. Tecnologias da Informação e Comunicação: TIC

O termo surgiu no ano 2000 e foi criado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo definido como:

um conjunto de sistemas necessários para gerenciar a informação, especialmente os computadores e programas necessários para convertê-la, armazená-la, transmiti-la e encontrá-la.

No início do milênio, as TIC serviram como recurso complementar, ou seja, apoiaram as aulas presenciais e os primeiros protótipos da educação a distância, mas não representavam – ainda – uma ferramenta de transformação acadêmica.

Exemplos de TIC: dispositivos de armazenamento (CD-ROM, USB), computadores, desenvolvimento de software, automação de escritório; mensagem instantânea (chats, MSN, e-mail).

2. Novas Tecnologias da Informação e Comunicação: NTIC

São chamadas de “novas tecnologias” porque estão associadas a uma renovação dos recursos anteriores: o objetivo delas é melhorar as funções e eliminar falhas ou deficiências das TIC.

As NTIC estão mais focadas no gerenciamento de informações e na otimização de processos do que suas antecessoras para melhorar seu desempenho. Por exemplo, renovar o serviço de mensagens para chats multidinâmicos que permitem a transferência de arquivos e videochamadas.

Outros exemplos de NTIC: compressão e digitalização de conteúdos para melhorar a qualidade dos arquivos multimídia. WEB 2.0 e 3.0, além de atualizações de software com foco na educação. 

Leia também: 👉 A leitura como recurso no ensino superior virtual para motivar alunos

3. Novas Tecnologias da Informação e Telecomunicações: NTIT

É o resultado do agrupamento de TIC e NTIC, desencadeando um conjunto de tecnologias voltadas para telecomunicações com uma perspectiva social. Como aponta o filósofo Javier Echeverría, as NTIT “permitem a criação de um novo espaço social para as inter-relações humanas”.

Exemplos de NTIT: plataformas de educação a distância (MOOC, LMS), ambientes 100% virtuais, educação baseada em metaverso e recursos de intercomunicação síncrona.

 

4. Novas Tecnologias da Informação, Comunicação e Conectividade: NTICx

A evolução final das TICs recai sobre essas novas tecnologias, em que a palavra-chave é “conectividade”, já que as TICs concentram toda a sua tecnologia na interconexão. Recordemos que, na última década, todos os recursos digitais têm tido a qualidade de nos manter constantemente “on-line”.

Exemplos de NTICx: redes sociais, aplicativos e programas desenvolvidos para facilitar a interação coletiva (comunicação coletiva entre centenas e, às vezes, milhares de usuários).

Agora que você conhece melhor a evolução das tecnologias de TIC voltadas para a educação, ficará mais fácil determinar de que tipo de recursos precisamos em nossa instituição de ensino e como podemos aproveitá-los com eficiência.

4 formas inteligentes de usar a tecnologia na educação universitária

O ensino superior representa o objetivo final do ciclo de formação acadêmica. Nessa etapa, os estudantes necessitam de todas as ferramentas à disposição para aumentar os resultados de sua carreira profissional.

As instituições de ensino superior que desejam se destacar nessa nova realidade educacional (na qual a tecnologia se tornou um recurso crucial) devem oferecer a seus estudantes as melhores ferramentas para serem mais competitivos e se destacarem no mercado de trabalho.

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Como sabemos, nos últimos dois anos a nova realidade social foi marcada por um isolamento global que alterou a dinâmica de aprendizagem. Apesar de muitas IES permanecerem na vanguarda ao adotar recursos tecnológicos, o próximo desafio foi capacitar professores e alunos para acelerar o processo de adaptação às novas modalidades de ensino a distância.

1. Conectividade 360

Se os alunos não vão à universidade, a universidade deve ir até os alunos: este é um requisito essencial para que a tecnologia se torne a melhor aliada da universidade.

A tecnologia é social e a sociedade é tecnológica.

Disse Eudald Espluga, mestre em Comunicação, em sua obra “No seas tú mismo”, e com isso ele quer enfatizar que, para as novas gerações, não há fronteira definida entre o mundo físico e o mundo tecnológico.

A hiperconectividade faz parte da realidade que os jovens vivem atualmente, e a universidade tem de gerar as condições tecnológicas para estar presente nessa realidade.

Uma estratégia eficaz para manter os alunos interconectados com a universidade é estabelecer pontos de contato entre seus dispositivos e a instituição: utilizar plataformas de gerenciamento de aprendizagem (LMS) com compatibilidade móvel (Mobile Learning), além de recursos multimídia que eles possam ter a seu alcance (por exemplo, repositórios de cursos e acesso a uma Biblioteca Virtual), podendo ser consultados por qualquer dispositivo.

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2. Aprendizagem colaborativa

Como já foi mencionado, o confinamento causado pela pandemia trouxe consigo um grau de isolamento nunca antes visto na história. Contudo, isso motivou a educação a distância a buscar mecanismos para que a interação remota entre os alunos fosse agradável e gerasse resultados positivos.

Ao contrário dos primeiros protótipos de educação virtual, nos quais os recursos de interconexão eram muito limitados, a tecnologia agora nos oferece uma grande variedade de ferramentas para que os alunos possam trabalhar em projetos conjuntos e construir – como mencionamos no início – um conhecimento coletivo, muito mais sólido e enriquecido com a participação de todos.

Com o propósito de conseguir a participação em grupo dos alunos, é aconselhável a utilização de uma plataforma de aprendizagem intuitiva, que possua os recursos necessários para facilitar a transferência de conteúdos, mas que também ofereça uma experiência de “proximidade virtual”.

Leia também: 👉 Educação virtual é o melhor investimento para o ensino superior

3. Flexibilidade e diversidade no processo de aprendizagem

Oferecer várias opções educacionais é uma das melhores maneiras de evitar que estudantes universitários desistam.

Sabemos que a educação100% virtual é uma ótima alternativa, embora haja quem ainda prefira as aulas presenciais, ou participe das duas modalidades. Para esses casos, o sistema de ensino híbrido é a melhor opção, pois oferece flexibilidade adequada para que os universitários possam estudar no próprio ritmo.

O sistema híbrido reúne o melhor das duas modalidades: por um lado, a interação presencial agiliza a comunicação e a troca de ideias. Otimiza a colaboração e permite que os alunos desenvolvam habilidades socioemocionais altamente valorizadas no mundo do trabalho.

Por outro lado, os módulos a distância oferecem a eles a oportunidade de gerenciar o próprio ritmo de aprendizagem e aproveitar melhor o tempo. Além disso, eles aprenderão a trabalhar em conjunto de qualquer lugar, o que lhes permitirá desenvolver habilidades como a interdependência e proatividade.

Com uma plataforma de aprendizagem adequada, é possível gerenciar o trabalho dos alunos nas modalidades virtual e presencial, permitindo que eles cresçam academicamente e desfrutem dos benefícios de ambos os sistemas.

Leia também: 👉 Como aproveitar as trilhas de aprendizagem no ensino superior

4. Conteúdos digitais: menos despesas, maior investimento

tecnologia educacional nas universidades

Antes, era bem comum que tivéssemos que fazer muitos sacrifícios para comprar livros ou instrumentos para práticas de laboratório. Hoje, a tecnologia nos permite dispensar esses gastos e focar realmente no processo acadêmico.

O fato de ser possível obter livros e conteúdos multimídia virtualmente fez as bibliotecas digitais se tornarem um recurso mais lucrativo e efetivo, tanto para as universidades quanto para os estudantes.

Da mesma forma, práticas laboratoriais que no passado exigiam instrumentos e materiais caros agora podem ser realizadas remotamente com a mesma precisão de sua versão presencial e, assim como a biblioteca virtual, o laboratório virtual representa uma enorme economia de recursos, principalmente financeiros.

O uso da tecnologia na educação não é mais uma alternativa: atualmente representa o recurso mais importante para aprimorar o desempenho acadêmico dos alunos de nível superior, além de impulsionar a competitividade e posicionamento da instituição de ensino.

De fato, a prioridade das universidades, hoje, está focada em adaptar seus conteúdos e dinâmicas de aprendizagem aos novos modelos de ensino que aliam as inovações pedagógicas com as necessidades do mercado de trabalho do futuro.

Se você quer saber o que há de mais avançado em tecnologia educacional, acesse nossas Soluções para o Ensino Superior e conheça em detalhes as características mais inovadoras do mundo dos ambientes virtuais que oferecem verdadeiras experiências de aprendizagem digital a universitários.

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